Archive for July, 2010

Empty Streets

E de repente, vazio. Nada, não vejo nada. Não penso em nada. Branco, cinza, preto. Não existem cores, matiz, valor. Só um. Uma idéia, uma voz, um sopro. Único. Eu não penso, não existo, sobrevivo. Onde vivo? Por que vivo? Ando sem destino. Não procuro, espero. Passa, o tempo. Nada muda. Eu não mudo. Eu fico, resisto, ignoro, não me importo. O que falas? O que pensas? Por que? Falsidade, inocência? O indizível em uma frase. Olá, como vai? Não se importam. Eu me importo. De repente, eu me importo, me sufoco. Como sair daqui? Para onde ir? Há saída? Se houver, alguém me ensina?

Fragments – Les bruissements du monde from Jean-Sebastien Monzani on Vimeo.

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